Diego Emir | Poder, Política e Sociedade

Prefeitura inicia atividades do Programa Saúde na Escola (PSE) para o ano de 2015

9 de março de 2015 : 12:15

Mais de 300 estudantes da rede municipal devem ser beneficiados com as consultas oftalmológicas oferecidas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) até o final do mês de março. A Prefeitura de São Luís iniciou os atendimentos do programa para o ano de 2015. As atividades do PSE são desenvolvidas por meio de uma articulação entre as secretarias municipais de Saúde (Semus) e Educação (Semed).

A realização de consultas oftalmológicas e a posterior entrega de óculos aos estudantes que precisarem, integram a política do prefeito Edivaldo para a área da Educação, buscando, além da garantia da escolaridade, aprimorar a qualidade de vida e assim potencializar o aprendizado.

“Com a saúde em dia, os educandos terão, certamente, maior sucesso escolar. O Programa Saúde na Escola tem sido executado com amplo sucesso em nossa rede e, em nome do prefeito Edivaldo, agradeço e parabenizo o esforço de todos da área da Educação e da Saúde, que fazem com que este programa aconteça”, disse o secretário municipal de Educação, Geraldo Castro Sobrinho.

ATENDIMENTOS

No mês de março, serão atendidos estudantes das Unidades de Educação Básica (U.E.B.s) Mário Pereira (Maracanã), Tancredo Neves (Cidade Operária), João do Vale (Povoado Argola e Tambor) e Salomão Fiquene (Tibiri). Os atendimentos são feitos através do projeto Consultórios Itinerantes, que integra o PSE. Os educandos passam por uma triagem e, posteriormente, são encaminhados para consulta com especialista e para testes de visão. Caso haja necessidade de lentes corretivas, os estudantes escolhem um modelo de armação após a consulta. Os óculos são entregues na própria escola e todo o processo, da primeira consulta à entrega dos óculos, é inteiramente gratuito.

A gestora da U.E.B. Mário Pereira, Maria Ivanilde Lopes, destacou a importância do programa para as crianças. “É extremamente positivo, porque permite a correção dos problemas visuais e, como os óculos são gratuitos, o processo ainda ocorre sem impactos no orçamento familiar”, lembrou a gestora.

Eduardo Monteiro, 9 anos, que cursa o 2º ano do Ensino Fundamental na U.E.B. Tancredo Neves, foi um dos atendidos esta semana pelos técnicos dos consultórios itinerantes. “A minha cabeça dói muito quando passo muito tempo olhando para o quadro. Que bom que agora vai resolver”, comentou. O mesmo acontece com Vitória Régia Silva, 8 anos; Aline Moura Alves, 7 anos; e Girlene Alves Souza, 10 anos. Elas também estudam na U.E.B. Tancredo Neves e precisarão de óculos para ajudar a ler e entender melhor as aulas. “Sinto dor de cabeça e os meus olhos ardem muito, inclusive em casa”, conta Aline, que aguarda agora a chegada dos óculos.

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