Diego Emir | Poder, Política e Sociedade

Peritos Criminais do Maranhão respondem à advogados de Diego Polary: “peritos não criam fatos”

19 de abril de 2015 : 11:27

Ao longo dessa semana, um laudo produzido pelo Instituto Criminalístico do Maranhão trouxe novos desdobramentos do “Caso Bruno Matos”. De acordo com os peritos criminalísticos, Diego Polary foi o responsável por golpear de forma covarde o advogado Bruno Matos, durante a festa de comemoração da vitória do senador Roberto Rocha (PSB).

Em uma tentativa de deturpar e desmoralizar o trabalho dos peritos criminalísticos, advogados da família Polary, usaram a imprensa para dizer que o laudo apresentado pelo ICRIM tinha falhas e fora produzida de forma errônea.

Em reação a essas declarações, a Associação da Polícia Técnico-Científica do Maranhão lançou uma nota esclarecendo como ocorre a produção de um lado e repudiando aqueles que estão fazendo declarações infudadas, movidos por interesses pessoais ou no calor do momento.

Na nota, a presidente da APOTEC, Anne Kelly, deixa claro que “peritos não criam fatos” e que também “não foram os peritos que colocaram o Diego na cena do crime”.

Confira na íntegra a nota:

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2 comentários em “Peritos Criminais do Maranhão respondem à advogados de Diego Polary: “peritos não criam fatos””

  1. Celso

    6 anos atrás  

    Embora soe para muitos “pouco atentos”, como esclarecedor, no caso Bruno, o Direito de Resposta escrito pela perita Anne Kelly, em relação ao teor do texto por ela rebatido, especificamente na parte em que segundo ela, o mesmo afirmou que “peritos não criam provas”, este simples leitor, que embora faça parte, segundo ela, “da grande maioria ignorante sobre a matéria”, vem, humildemente discordar da referida Doutora, sobre as observações por ela feitas, em relação ao texto por ela mencionado, numa tentativa de confundir o leitor, pois o tal texto, não fala em nenhum momento em criar-se provas, no sentido de produzi-las, inventá-las de forma a interferir nos fatos, ludibriar etc..etc…O texto fala apropriadamente, em “apresentar” no sentido de trazer a tona, elementos e fatos que aos olhos da maioria leiga, como eu, passariam desapercebidos e viessem a colaborar substancialmente com a elucidação do caso. Só isso. O texto não quis que se produzisse nada, como também se reinventasse a roda. O mais incrível é que a “maioria atenta” aprendeu e concorda com a senhora em gênero e grau, sobre a definição brilhante de “reprodução simulada dos fatos”, em que a senhora negrita a palavra “possibilidade” como eixo norteador das questões elaboradas pelos delegados. Já que entendi, que quando a senhora fala em possibilidades, me remetendo a probabilidade, coisa capaz de acontecer, modelo estatístico – a senhora fala em possibilidade da coerência técnica, do fato a ser levantado etc..etc.. – , esqueceu de avisar aos Peritos que assinaram o laudo, da falta de conexão entre as perguntas que lhes foram feitas – (É possível que mais de uma pessoa? e É possível determinar o números de envolvidos?, a pergunta trata de possibilidades.. lembra?, como a senhora com propriedade definiu e eu mesmo leigo, aprendi..,- e a conclusão por eles cravada em ambas: “sim”, no sentido de que é possível, afinal respondem a pergunta. A partir daí cometem o equívoco, sem nenhum juízo de valor em relação ao motivo, de afirmarem categoricamente na primeira pergunta que as 02 primeiras vítimas formam golpeadas por Diego e na segunda, que existiram 07 pessoas, soando antecipadamente, ai sim, pro leigo, pro sabido, pra torcida do Flamengo, conclusiva e definitivamente, não em possibilidade, mas como certeza, contrariando a sua definição. (o leigo não sabe que poderiam, mesmo de forma confusa, estarem unicamente se referindo à Reprodução). Daí para o massacre da mídia foi um pulo e pros “menos atentos” um prato cheio pra comentários maldosos e desumanos, afinal, se estamos tratando de possibilidades, como dar parecer soando notoriamente como conclusivo em algo que não foi pedido? Sei da importância que a nobre profissão da senhora tem e que a mesma pode definir os rumos de uma vida, para o céu ou para o inferno. Então lute pela sua classe, no sentido de que os nobres peritos, aí sim, não produzam conclusões precipitadas, desconexas com a pergunta, conclusivas e perigosas para a opinião pública, se atendo unicamente ao objetivo ao qual foram questionados. A população leiga, porém atenta, porém honesta, agradece.

    • Joao

      6 anos atrás  

      Caro leigo, Celso, ninguém quer incriminar um inocente. Mas, não sei se sabes, tem uma testemunha ocular, e por sinal vitima também. Acredito piamente naquela testemunha e VÍTIMA. Afinal, porque iriam inventar uma história pra incriminar uma pessoa? Mais do que esta reprodução simulada, temos a palavra daquele que viu, e sentiu uma dor imensurável naquele fatídico dia. Como disse anteriormente, acredito na palavra do ALEXANDRE MATOS SOARES. Não queira você e outros contestar o que realmente aconteceu. Confiamos em Deus e na justiça dos homens. A justiça será feita. Peritos não criam fatos!!!!!

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