Fred Campos, Erlânio Xavier, esposa de Weverton e mais, veja quem são os alvos da Operação Sem Desconto da Polícia Federal

A Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS, aponta a existência de uma estrutura que teria sido utilizada para ocultar e movimentar recursos por meio de lavagem de dinheiro. O relatório da investigação cita familiares, empresários, advogados e operadores financeiros que, segundo a PF, teriam desempenhado diferentes funções dentro do suposto esquema. Confira quem são os envolvidos mencionados no documento.
Entre os familiares do senador Weverton Rocha mencionados na investigação está Samya Lorene de O. Bernardes Rocha, esposa do parlamentar. Segundo a Polícia Federal, ela é vinculada à empresa Rocha Holding e recebeu transferências expressivas em sua conta pessoal, incluindo um repasse direto de R$ 500 mil e mais de R$ 11 milhões provenientes de empresas e do escritório do advogado Willer Tomaz.
A filha do senador, Anna Catarina Viana Rocha, também aparece no relatório. Conforme a PF, ela atuava na administração do caixa dos postos de combustíveis Petro São Francisco e Petro São José e teria simulado contratos de empréstimo (mútuo) nos valores de R$ 5 milhões e R$ 2 milhões para justificar a entrada de recursos considerados ilícitos.
Outra citada é Geyse Rocha Linhares, irmã de Weverton Rocha. De acordo com os investigadores, ela era responsável pela administração de fazendas, empresas de radiodifusão e rotinas cartorárias, prestando contas diretamente ao senador e realizando operações com dinheiro em espécie.
Também irmã do parlamentar, Shainess Kellmassen Rocha M. de Sousa teria sido utilizada, segundo a Polícia Federal, como uma “conta de passagem”. O documento afirma que ela registrou transferências ao senador e movimentações financeiras operadas por Geyse, além de depósitos em dinheiro vivo.
Entre os operadores financeiros apontados pela investigação está o advogado e empresário Willer Tomaz de Souza, descrito pela PF como o “hub financeiro, patrimonial e logístico” do grupo. Ainda segundo o relatório, uma de suas empresas adquiriu por R$ 6 milhões uma mansão no Lago Sul, em Brasília, utilizada por Weverton Rocha.
A investigação também cita Fayla Zulmira Menezes, apontada como gerente financeira ligada a Willer Tomaz. Conforme a Polícia Federal, ela controlava planilhas, comprovantes de depósitos e entregas de valores em espécie.
Outro nome mencionado é Erlânio Furtado Luna Xavier, identificado como sócio de negócios da família nos setores de combustíveis e agronegócio.
Já Frederico de Abreu Silva Campos, da Qualitech Engenharia Ltda., é citado porque, segundo a PF, a empreiteira realizou um aporte de R$ 5 milhões na rede de postos da família, que teria repassado exatamente o mesmo valor, no mesmo dia, para a empresa DJ Agropecuária.
Por fim, Daniel de Faria Jerônimo Leite é descrito pela investigação como associado ao transporte e ao recolhimento de maços de dinheiro em espécie.
Importante: Os fatos acima refletem as alegações constantes na investigação da Polícia Federal. As apurações ainda estão em andamento e não representam condenação judicial. Os citados têm direito ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência até eventual decisão definitiva da Justiça.


Esse GRUPELHO DOS BRANDÃO, é só pilantra…e ainda quer eleger o sobrinho governador É MUITA CARA DE PAU, desse sujeito.