São Luís pode voltar a viver o caos no transporte público com nova ameaça de greve de rodoviários

São Luís pode voltar a viver uma crise do transporte publico. Funcionários das empresas do consórcio Rei de França, 1001, Marina, Planeta, Tapajós, Pelé, Patrol e Autoviária Matos denunciam que ainda não receberam o salário de novembro, tampouco a primeira parcela do 13º salário, obrigação que deveria ter sido quitada até o dia 30 do mês passado.

Além disso, motoristas, cobradores e demais trabalhadores afirmam que as empresas estão com seis meses de atraso no plano de saúde e acumulam dívidas de INSS e FGTS, aprofundando o clima de insegurança entre os rodoviários.

Diante do cenário, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão classificou a situação como “caótica” e já admite a possibilidade de uma nova paralisação do transporte coletivo na capital caso as empresas não regularizem os pagamentos nos próximos dias. Segundo a entidade, os trabalhadores estão “no limite”, sem condições mínimas para seguir desempenhando suas funções.

O presidente do Sindicato, Marcelo Britto, anunciou que já comunicou as autoridades que no prazo de 72 horas, se não houver uma resolução do problema, a categoria vai parar.

A ameaça de greve reacende o alerta para a população usuária de ônibus, que pode enfrentar transtornos caso o impasse não seja resolvido. Até o momento, as empresas citadas não se manifestaram publicamente sobre os débitos e atrasos denunciados pelos trabalhadores.

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