Maioria das apostas em cassino no Brasil é de até R$ 20, aponta pesquisa da Paag

Um levantamento realizado pela fintech Paag mostrou que o apostador brasileiro mantém um perfil moderado nas apostas esportivas em cassinos. No segundo trimestre de 2025, 47% das transações foram de até R$ 20, enquanto operações entre R$ 100 e R$ 1.000 representam 11% do volume, mas concentraram 42% do valor movimentado. O estudo considerou dados que correspondem a cerca de 30% do mercado nacional.

O estado de São Paulo continua sendo o principal polo de apostas do país em bets, reunindo 23,5% do volume e 23% do valor total. Bahia e Sergipe se destacaram pela maior taxa per capita, com mais de 19 mil apostas por 100 mil habitantes. Entre os perfis mais ativos estão pessoas de 25 a 49 anos, responsáveis por 69% das operações e 70% do valor apostado.

No cenário digital, os jogos de cassino também seguem em alta. Dados recentes do cassino da bet KTO mostram que o Fortune Tiger liderou o ranking de popularidade em agosto de 2025, com 39,3% de preferência e multiplicador máximo de 2.500. Em seguida vieram Fortune Rabbit (33,67%) e Fortune Dragon (25,54%), todos da mesma linha temática.

Outros títulos bastante acessados no cassino da bet incluem Gates of Olympus, com 23,82% de popularidade, além de uma série de jogos inspirados em personagens considerados símbolos de sorte, como Cachorro Sortudo, Touro Sortudo, Ratinho Sortudo, Tigre Sortudo, Fortune Ox e Macaco Sortudo.

Nesse cenário de crescimento, o controle do orçamento é um dos principais pilares do jogo responsável em cassinos, especialmente em um cenário de expansão das apostas digitais. Estabelecer limites claros para o valor destinado às apostas ajuda o usuário a evitar gastos impulsivos e a manter a atividade dentro de um contexto de entretenimento.

O uso do Pix e de carteiras digitais tornou as transações mais rápidas e seguras, o que favorece tanto apostadores quanto operadores, mas ainda exige atenção contra fraudes. O estudo ainda mostra que seis em cada dez brasileiros acessaram plataformas ilegais em 2025, o que reforça a importância de medidas regulatórias e de educação digital para um ambiente mais seguro e transparente.

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