Após denúncias de assédio moral, funcionários do Hospital Aquiles Lisboa foram demitidos; coordenador acusado segue livre no cargo e gera crise na SES

O hospital Aquiles Lisboa tem gerado a maior dor de cabeça ao governo Carlos Brandão, que, pela primeira vez, tem um hospital que dia e noite está na imprensa de forma negativa.
Casos de assédio moral no hospital foram denunciados no início do ano, chegando a ter repercussão em veículos da imprensa local e nacional sobre o caso.
Uma onda de demissões foi vista nos últimos meses no Hospital Aquiles Lisboa, em São Luís. Funcionários que foram vítimas de assédio moral praticado por um coordenador de enfermagem foram desligados dos serviços após a denúncia chegar à imprensa local e nacional.
Com o aumento das críticas, a administração do Hospital Aquiles Lisboa enfrenta um desafio significativo em sua reputação. A expectativa é que, nas próximas semanas, mais relatos venham à tona, forçando o governo a tomar providências urgentes para sanar os problemas e restaurar a confiança da população no sistema de saúde pública.
Entre as denúncias feitas na época estão abuso de poder, condutas inapropriadas e desrespeito por parte de um supervisor, que estaria causando profundo impacto na saúde mental e no ambiente de trabalho da equipe de enfermagem.
A SES pode virar alvo de escândalos ao retornar acusado de assédio moral no Hospital Aquiles Lisboa
Segundo fontes, o atual secretário de estado da saúde, Thiago Fernandes, não está sabendo do retorno do acusado de assédio ao mesmo cargo de coordenação no Aquiles Lisboa. O hospital tem gerado muita dor de cabeça ao governo por conta dos escândalos que aparecem dia a dia.


Muito provavelmente o coordenador acusado do assédio deve ter sido indicado por algum político aliado do governo. Todo o sistema de saúde estadual é terceirizado, e os funcionários são colocados por indicação e não por competência, salvo algumas exceções. O ideal seria fazer concurso público para a saúde, mas é mais fácil o inferno congelar do que o governador abrir das dezenas dd empresas e de Oscips que comsnssm a saúde estadual do Maranhão.