Diego Emir | Poder, Política e Sociedade

Hildo Rocha diz sofrer ataque mentiroso do presidente da UNICOM

25 de agosto de 2016 : 19:39

HILDO_ROCHA_FOTO_Luis Macedo_Camara dos Deputados_04_04_2016No último dia 17 de agosto de 2016, este blog publicou uma matéria sobre uma ato de repúdio que o presidente da UNICOM fez em relação ao deputado federal maranhense, Hildo Rocha (PMDB). Na oportunidade a entidade que representa os Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle, repudiou com veemência as palavras do do peemdebista, durante sessão deliberativa da comissão mista responsável pela Medida Provisória nº 726/2016 que, entre outras questões, trata da extinção da Controladoria-Geral da União (CGU).

Diante do exposto, Hildo Rocha veio se posicionar:

Durante o debate na comissão especial do Congresso Nacional que analisou e aprovou a MP 726|2016 que trata sobre a reforma administrativa do estado brasileiro, defendi minha posição a respeito da atual estrutura administrativa do nosso país. Falei que o povo não aguenta mais pagar uma maquina administrativa federal pesada com vários pontos de ineficiência.

Citei a operação Lava Jato que descobriu vários desvios de recursos federais, causando enorme prejuízo à população brasileira, como é do conhecimento de todos. Lembrei que a CGU falhou por não ter detectado as fraudes e roubos que ocorreram na Petrobras, na Eletronuclear, na Eletrobrás, nos Correios entre outras tantas empresas estatais federais nos últimos treze anos. 

Ao Invés de entrar no debate das ideias no sentido de melhorar o desempenho daquela entidade, o senhor Rudinei Marques, da Unacon Sindical preferiu partir para o ataque pessoal, publicando uma nota em que alega fatos do passado que já foram devidamente esclarecidos, inclusive na justiça federal.

A auditoria citada pelo senhor Rudinei teve efeito inócuo, pois as tomadas de contas especiais que foram recomendadas pela CGU aos órgãos federais com o objetivo de apurar possíveis irregularidades, resultaram na aprovação de todos os convênios e programas sociais executados durante o período em que fui prefeito da cidade de Cantanhede. Então assim, ficou confirmado pelos órgãos federais o uso correto dos recursos durante a minha administração como prefeito municipal de Cantanhede.

Quanto ao processo na justiça federal relativo a essa mesma auditoria realizada pela CGU já obtive sentença favorável do juiz federal da 13ª Vara em São Luís. Portanto, é caluniosa a afirmação de que teria havido desvios de recursos públicos durante a minha administração.

Desafio o senhor Rudinei Marques provar que já tenha algum dia falado em extinguir a CGU.  Durante o meu pronunciamento no debate realizado no Congresso Nacional, na comissão especial que aprovou a MP 726, defendi a elevação de status do órgão que passou a ser um ministério.

Ressalto que ao longo da minha vida pública sempre defendi a transparência na aplicação de recursos públicos. Como exemplo, lembro que no período em que presidi a Federação dos Municípios do Maranhão (FAMEM), estimulei a implantação de controladorias nas prefeituras. Entre as ações realizadas com essa finalidade, destaco o I Seminário de Controladorias Municipais, evento inédito no Maranhão realizado em parceria com as Câmaras Municipais; Tribunal de Contas do Estado (TCE); Controladoria Geral da União (CGU); Tribunal de Contas da União (TCU); Sindicato dos Contabilistas e Secretarias Municipais de Fazenda, entre outras instituições, no ano de 2003.

Finalizo com uma síntese das ideias que defendi na comissão mista do Congresso Nacional que aprovou a MP 726: A Medida Provisória, editada pelo presidente Michel Temer, atende aos apelos da população que não aguenta mais sustentar a ineficiente e cara máquina administrativa do governo Federal. Necessitamos de serviços públicos no tamanho que o povo possa pagar e na eficiência que a população brasileira precisa

Hildo Rocha – Deputado Federal

Deixar um comentário

HTML tags:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>