Diego Emir | Poder, Política e Sociedade

Câmara de São Luís analisa projeto que autoriza merenda para professor

28 de setembro de 2018 : 12:47

Assegurar aos professores e funcionários o direito a refeições fornecidas pela unidade de escolar aos alunos durante o ano letivo. É o que prevê o Projeto de Lei nº 080/2018, de autoria do vereador Honorato Fernandes (PT), que está em tramitação Câmara Municipal de São Luís e pretende criar o Programa de Merenda Escolar aos Professores e aos Demais Servidores da Rede Municipal de Ensino.

A proposta teve um primeiro passo na quarta-feira (26). O texto passou pela análise da Comissão de Justiça, que deu seguimento à proposta. Agora, ele segue para as comissões de Educação e depois para a de Orçamento. Após essas análises e possíveis alterações, entrará na pauta do plenário, processo que deve demorar aproximadamente 30 dias.

Hoje, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) é voltado exclusivamente para alunos da educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos). O texto garante alimentação ao profissional em educação em atividade, durante o período letivo, nas creches, pré-escolas e escolas da educação básica públicas, bem como nas escolas filantrópicas e comunitárias conveniadas com a Prefeitura de São Luís.

Autor da matéria, o vereador Honorato Fernandes defendeu a medida. “É preciso criar meios para que os profissionais da rede escolar possam se alimentar adequadamente durante a jornada estendida de trabalho“,
afirmou.

Um comentário em “Câmara de São Luís analisa projeto que autoriza merenda para professor”

  1. 3 meses atrás  

    Está de brincadeira vereador, se for semelhante a merenda oferecida aos alunos melhor nem oferecer aos mestres, a qualidade do lanche que a atual gestão fornece é de uma qualidade inferior, voltaram há algumas pessoas dar frutas, sem muitas variedades, mas não é constante, tem dias que é achocolatado com biscoito doce, mingau com um biscoito de sal de uma qualidade bastante ruim, sem falar que não há uma refeição diferenciada para os alunos que têm intolerância a lactose, diabetes e outras doenças, embora exista um projeto sancionado no qual na teoria deveria ser oferecido a estas crianças refeições diferentes para quem tem restrições alimentares, mas trabalho numa escola do município e isso é um fato, inclusive já fiz essa mesma reclamação na página oficial do prefeito, e até hoje nada. Em suma esse projeto é bem bacana, mas ficará só no papel.

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