Diego Emir | Poder, Política e Sociedade

Eliziane Gama propõe “mutirão cívico” para que se combata o feminicídio do Brasil

23 de junho de 2018 : 18:09

Nas próximas semanas Eliziane Gama PPS, pré-candidata ao Senado na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB), fará uma série de visitas a órgãos da sociedade civil organizada e a militantes da causa de combate a violência contra a mulher com uma missão que a própria deputada julga “de máxima urgência”.

Trata-se da questão do aumento do número de feminicídios nos últimos anos no Brasil inteiro, para a pré-candidata ao Senado, este problema não pode ser tratado como bandeira de um partido, de uma entidade ou de um grupo de militantes.

Segundo dados do Atlas Nacional da Violência publicado pelo IPEA neste mês à violência contra a mulher cresceu em todo território nacional e somente em 2016, foram 4.645 feminicídios. É um aumento de 6,4% em um recorte muito pequeno de tempo. 

Para a deputada federal este tema deve ser enfrentado como uma bandeira nacional que “transcende partidos”. Eliziane também denuncia: “desde 2014 começamos a ter uma queda nacional nos investimentos feitos pelo governo federal para prevenção de feminicídios o que torna a demanda mais urgente ainda”.

A ideia da pré-candidata ao Senado é cobrar as instâncias nacionais com o peso do mandato federal e articular junto à bancada federal para que todos subscrevam a importância deste tema é isso só será feito se o feminicídio deixar de ser uma pauta apenas de “feminista” e passar a ser pauta de toda a sociedade.

2 comentários em “Eliziane Gama propõe “mutirão cívico” para que se combata o feminicídio do Brasil”

  1. Maria da Luz Botão

    5 meses atrás  

    O feminicídio deixará de ocorrer quando os governantes privilegiarem o estabelecimento de tempo de dedicação aos filhos, pelas mães, em idade até 2 anos, pois é nesta idade que as crianças estabelecem vinculo com a mãe ou com quem faz o papel materno. E também é a mãe a primeira ensinante, função esta para a vida toda, o vínculo inicial com quem faz a função materna e passa a ser a primeira orientadora educacional de seu filho. O que aprender nesta fase é levado para a vida toda. Portanto, crianças colocadas em creches, o são para o Estado “tomar conta” delas no lugar das suas mães, já que as professoras não conseguirão estabelecer o mesmo vínculo.

  2. Pablo

    5 meses atrás  

    Hum.. Partindo de quem demorou muito para se manifestar a respeito da agressão do irmão do prefeito de Pinheiro (aliado do comunista) à sua ex-esposa, não chega a ser surpreendente..

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